
Migração Gaivotas brancas voando para o Sul Lenços acenando para mim que não vôo. Da Série Depoemetos
Escrito por Anderson Ribeiro às 20h39
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Depois de Januária Já não corro mais pra ver Januária na janela Vou atrás de outra menina Que tem nome Amaralina Usa saia aquarela Blusa rosa-amarela Eu não posso mais viver Sem olhar os olhos dela. Ao dobrar aquela esquina Vou amar Amaralina Que tem pele tão morena E olhar que desatina Ao ouvir a sua voz Minha aflição então termina Já não posso mais ficar Ficar longe, Amaralina. *Obra de Sonia Bacha - SB
Escrito por Anderson Ribeiro às 13h10
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Planalto sem amor, sem carnaval Aqui o cenário não tem expressão, A dramaturgia foi pra outros palcos. Pierrot ficou mais triste e nem Arlequim se entusiasmou, Colombina se perdeu em outras praças; Saiu por aí, na Sapucaí... Ou nas ruas de Salvador, Olinda ou Recife. O olhar da Colombina se voltou pra outros rostos. Já não enxerga mais seus dois amores Deixados em Brasília sem alegria. Encontrou a paz em outros carnavais, Unindo seus amores em um só, como queria.
Escrito por Anderson Ribeiro às 14h30
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Cosmos Aqui Cosmopoliestamos Num vai e vem sem ninguém Num bate-esbarra em alguém Que não tem nome nem endereço Aqui Cosmopoliestamos Vivendo de olhares e de silêncio E de pensamentos que quebram o silêncio Cosmopoeira na órbita do Planalto Central Eu, planeta Cosmo-pó-literal
Escrito por Anderson Ribeiro às 16h18
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